Alô? Metrô?

Desde o fim do mês passado, os celulares dão sinal dentro dos trens e plataformas do Metrô de São Paulo, mas até ontem não tinha testado esse novo serviço.
Na linha verde, o celular pegou nas estações Ana Rosa, Paraíso e metade do caminho até a Brigadeiro. Na azul, havia sinal no Paraíso, Ana Rosa e Vila Mariana, tudo bem que nessa última, meu celular marcava um pontinho merreca, mas tava lá!

Mas não adianta nada só pegar! Liguei pra minha casa ontem a noite e foi uma ligação meio conturbada. Atenderam na hora das portas fecharem, então aquele apitão e a mensagem de “próxima estação whatever” dificultaram a comunicação. Além disso, o metrô em movimento faz muito barulho, o que fez com que eu pedisse 500 vezes pro meu pai repetir o que ele dizia.
Ok, são problemas que jamais serão solucionados, mas agora o [temos uma desculpa a menos para não atender o celular] celular pega e poderemos ser encontrados mais facilmente… seja isso bom ou ruim.

 

Sexo!

Essa semana a Olla, marca de camisinhas, lançou uma nova campanha. Dia do Sexo conta com vídeo, divulgação impressa, site e até um abaixo assinado on-line, pedindo a criação do tal Dia do Sexo. A idéia é: Dia das mães, dos pais, dos namorados etc., só existem, ou estão totalmente ligados… ao sexo! Então, por que não reservar um dia para comemorar tal atividade tão… produtiva, popular, importante, seja lá como queira chamar!

A data escolhida? Dia 6/9, pegaram o… trocadilho? No site da campanha o diadosexo.com, você pode preencher o formulário e dizer por que acha que esse dia é tão importante para a sociedade, também pode ler algumas frases célebres sobre sexo, e além disso, claro, pode ver o vídeo e algumas fotos da campanha. Ah, aproveitem, e passem o mouse em cima dos bonequinhos dos links, no topo da página…

O filme da campanha aliás é ÓTEMO, vale MUITO a pena ver. Mostrei até pra minha mãe, mas acho que ela não gostou tanto assim… Mas ela não pode negar que foi uma idéia boa!

Se você se interessa por esse assunto, seja sexo ou campanhas publicitárias, entre no site e dê uma chance ao sexo.

Mafragafa SMASH!

O primeiro filme do Hulk foi tão ruim que decidiram apagá-lo da memória das pessoas dando ao gigante um novo começo. O Incrível Hulk que estreou esse fim de semana, é muito melhor que o primeiro, mas será que vai tirar Eric Bana da mente das pessoas? Espero que sim!
Lembrem-se crianças, estou escrevendo como leiga: alguém que nunca leu nenhuma história do Hulk, então não poderei julgar, por exemplo qual dos dois filmes fala melhor sobre o surgimento do cara.
Mas enfim, vamos aos filmes. Os dois contam como surgiu a mutação em Bruce Banner, no primeiro, a mutação é genética, no segundo, o cientista se submete por livre e espontânea vontade à radiação do experimento que ele está desenvolvendo.Mas as origens também são mostradas de formas muito diferentes: no filme mais recente, há apenas um resumo do que aconteceu com o personagem, durante os créditos, o que foi mais do que suficiente para que eu entendesse a história.

Nos dois filmes, o amor de Bruce Banner e Betty Ross fica claro ao espectador, mas no novo filme, o afeto e a relação dos dois ficam mais evidentes, principalmente na cena em que os dois estão na caverna(relaxa que não é spoiler, eu aviso quando for) ele, como Hulk, e ela assustada ao seu lado, querendo se aproximar, mas ainda com um certo medo. Depois que vi o filme no cinema nessa semana, assisti o Hulk de 2003 em casa, e fui fazendo algumas anotações malvadas, é claro, vou dividi-las com vocês da forma como elas foram anotadas no meu bloco de notas, com as explicações ao lado:

diálogos bizarros - agora não vou me lembrar qual especificamente, mas vários diálogos, principalmente os que envolviam o pai de Bruce, eram esquisitos e meio sem razão.
quer ser quadrinho - acho que todo mundo notou que vários cortes e sobreposições de imagens foram feitos para que fizesse referência aos quadrinhos, como as bordas pretas que dividiam a tela em duas, três quatro partes!
monstrengo tosco - o Hulk era horroroso! Ele não tem textura, parece de plástico, e aumenta eternamente de tamanho!
efeitos mal feitos - não preciso explicar, né?
danny elfman me perdoe, mas a trilha do deserto é bizarra - não é por que o personagem tá num deserto, nos ESTADOS UNIDOS, que a trilha tem que ter uma pegada árabe! Pelamordedeus!
ele derrete!! - Quando deixa de ser Hulk e volta a forma Bruce, o cara perde líquido! Derrete!! como se fosse um picolé!

Ok, não vou destruir completamente o primeiro filme: Jennifer Connelly estava muito melhor como Betty do que Liv Tyler. Já é de conhecimento geral que ela não é boa atriz, mas meu deus, como ela está beyond PÉSSIMA nesse filme. Fora que eu acho que ela enfiou alguma coisa naquele beiço dela, que o deixou maior que o normal. (se é que isso é possível)

Nesse novo filme, nada falta e nada sobra: brigas, diálogos, romance, monstrengos, vilões ou seres estranhos. No último Nerdcast, que tratou sobre o verdão, um dos caras falou que  Edward Norton queria mais tempo de filme, colocando mais diálogos e tornando-o mais cabeça. Adoro o Edward Norton, mas se isso acontecesse, o filme ia perder parte da graça.

O início do filme se passa na favela da rocinha e numa fábrica de Guaraná nojentamente amarelo, onde Bruce Banner trabalha. O uso do ambiente foi muito bom, só uma coisa me desagradou: A dublagem mal feita dos trabalhadores da fábrica. Provavelmente os atores eram americanos e inseriram uma dublagem mahomenos em cima da voz dos caras, mas nem Discovery Channel faz dublagens tão ruins atualmente! Nada é muito inovador ou surpreendente na forma: fotografia, direção, planos, tudo bom, nada incrível. Mesmo por que, um filme da Marvel não pretende nada disso.
De qualquer forma, vale muito a pena ver o filme, mesmo não conhecendo o personagem, como eu. Principalmente pela cena que descrevo a seguir na…

ZONA DE SPOILERS® (Cuidado você burro que não viu Homem de Ferro)
Uma das melhores partes do filme, em que eu tive espasmos na cadeira, foi quando Tony Fucking Stark entrou em cena para falar sobre “um grupo que está se formando” e que estão juntando forças e o mesmo blá blá blá da cena pós Homem de Ferro, fora as ironias do dono da Stark Industries, que são muito boas, claro!

Se você quiser se divertir mais com o filme recém-lançado, assista o de 2003, só pra comparar.

Funcionária do mês

Já tem umas semanas que eu vi esse filme da Margarida, com criação da DM9DDB para a nova bebida do Guaraná Antárctica, o Guarah, mas não podia falar nada, afinal, não tinha estreado ainda. Nessa sexta feira 13 ele foi ao ar e agora eu posso falar que ele é uma fofurinha! Todos da produtora querem um bonequinho do Guarah!

Vejam aqui.

Vai-vem

Como é de conhecimento geral da nação, eu costumo ir em eventos inusitados e estranhos, como fazia um tempo que eu não fazia isso, no fim de semana passado fui no Campeonato Brasileiro de Ioiô Freestyle. Não vi a maior parte das apresentações, só vi a premiação, e depois uma amostra dada pelos vencedores de por que eles foram os vencedores.
O campeonato aconteceu no sábado e no domingo passados (7 e 8 de junho) e era dividido nas seguintes categorias: a 1A, a Open, e além delas, tinha também a modalidade Esportiva, para iniciantes.

<aulinha>
Vamos ver se eu sei explicar cada categoria… A 1A é aquela que você pensa quando ouve falar em ioiô: um ioiô, nózinho no dedo e as chamadas, manobras de corda. A Open foi criada para englobar a 2A (dois ioiôs e manobras de loops), 3A (manobras de corda com 2 ioiôs de 1A), 4A ou offstring (como o nome diz, o ioiô não é preso na corda) e a 5A (o ioiô não fica preso no dedo, e sim, em um contrapeso).
<aulinha/>

Mas além das apresentações no palco da Sala 1 do Cine Bombril, nos corredores todo mundo ficava lançando seus ioiôs (ou ioiôs alheios) aprendendo, ensinando, se exibindo, etc. Eu estava no primeiro grupo: os que estavam aprendendo, usando o brinquedo alheio, claro. O ruim de fazer parte dessa categoria, é que todo mundo pára e fica te olhando, esperando algo genial acontecer, e eu lá, mal conseguindo fazer aquela primeira manobrinha. Os mais velhos entendiam que fazia apenas 5 minutos que eu tinha um ioiô nas mãos, mas as crianças… Ah, as crianças… Essas eram más e se entreolhavam com uma cara de “que ruim que ela é”, e me deixavam mais insegura, errando mais e querendo me esconder mais. (Eu esqueço o quanto crianças podem ser más.)
O campeão da 1A foi Martin Tomanik e da Open foi Fernando William, antes deles serem premiados, Rafael Matsunaga a.k.a. campeão mundial de 2003, se apresentou e meu queixo caiu um pouco mais. Aliás, o que ioiô mais me causa é queixo caído. Mesmo as manobras mais simples são muito legais, você olha e pensa: tá, como fas/ E além do ioiô, quem também apareceu por lá foi o peão, pois é, peão! Mas não sendo lançado no chão que nem seu avô fazia, andando pela cordinha, pelo braço do cara… Enfim, tão legal quanto as manobras do ioiô.

Mudando um pouquinho de assunto, uma coisa muito fácil de notar, era como as mulheres eram minoria naquele lugar. Mulheres com ioiôs na mão então, eram praticamente inexistentes. E eu pergunto, por que? Tanto homens quanto mulheres têm mãos e cérebro (sem piadas sexistas, ok?) e total capacidade praticar esse esporte. Mesmo assim, não havia nenhuma mulher competindo. Estou numa campanha para ganhar um ioiô de aniversário e, se meu cérebro e mãos permitirem, quem sabe no próximo campeonato também não subo ao palco pela Esportiva? Acho que não custa tentar, não?

Fotos do meu flickr gentilmente roubadas desse, desse e desse flickrs.

Sobre o desapego

No JUCA (Jogos Univesitários de Comunicação e Arte) somos forçados a nos desprender dos bens materiais e do conforto da cidade grande. Quase como monges absicamos de camas, privacidade, higiene e posses.
Tudo em nome de uma festa da carne fora de época. Todos que lá estão concordam que esse desapego todo não poderia durar nem mais um dia. Não há no mundo álcool que anestesie tamanho desconfrto na hora de dormir. Não há balada que compense tantos banhos de chinelo.
No último dia, enqaunto esperávamos o tão amado ônibus que nos tiraria daquele martírio prazeroso, enumeramos o que mais fazia falta naquele lugar. Muitas coisas foram citadas, mas as mais freqüentes foram:

Cama - não um saco de dormir
Comida - não x-saladinha
Banheiro particular


Mas tudo é compensado pelos cânticos entoados tantas vezes ema doração à - no  meu caso - Toda Poderosa Metô, pelo tempo dispensado em ótima companhia, pela  auto-spueração - quem agüenta o JUCA, agüenta qualquer coisa - e no caso dos  jovens normais e ébrios, o prazer dado pelo álcool, pelas drogas, pelas festas e pelo  sexo.
Deixo claro aqui que não consumi drogas (só Naldecon), não ingeri álcool, não fiz  uso de substâncias ilícitas de qualquer tipo, nem pratiquei atos moralmente  reprováveis - coisas que segundo a crença popular, são a base do JUCA. Fato. São  mesmo, mas que atire a primeira pedra o leitor que ainda acredita que eu sou normal e hajo como pessoas normais.

Mais da série “Eu fico puto”

O que aconteceu com o respeito? Alguém que lê esse blog sabe ainda o que é isso? Quem aqui ouvia da mãe pra falar as “palavrinhas mágicas”? Eu parto do princípio ancestral “Não faça com os outros o que não quer que façam com você”, mas parece que eu sou a última dessa espécie.
Tudo bem, há quem diga que eu sou idiota por que faço coisas demais pelos outros, beleza, isso é fato, sou boazinha demais, mas não estou falando em tratar os outros como reis, estou falando de tratar com um mínimo de decência! Obrigada, por favor, desculpa essas merdas básicas… Só idiotas falam isso agora? Você não é hype se falar isso? Então eu prefiro ser fora de moda, por que não é possível viver num mundo em que você só espera o pior das pessoas. Podem me chamar, além de fora de moda, de inocente por dizer isso, não me importo…

ALL I’M ASKIN’ IS FOR A LITTLE RESPECT!

Pôxa!

Eu fico PUTO!

Preparem-se, vem aí um Mimimi dos GRANDES.  Eu tinha me prometido não reclamar da vida aqui, mas eu fico cada dia mais irritada com essa FAAP e acho que é meu dever  informar as futuras gerações de univestitários sobre essa merda.

Não façam FAAP! É um desperdício de dinheiro ( e quanto dinheiro)! Eu entrei no curso de Rádio e Tv em 2005, são quatro anos, ou seja estou no último ano, então já agûentei tempo mais do que o suficiente por aqui.

Todo ano preenchemos um questionário sobre o curso e os professores, e todo ano tem pelo menso 3 que são esculhambados pela classe inteira. E não é de sacanagem, é por que eles não dão matéria, exigem a mais ou a menos do que deveriam, não vêm na aula… Fico puta da vida quando um professor não vem na aula… Que moral eles podem ter pra cobrar isso da gente?

Os computadores são lentos, a internet muitas vezes deixa a desejar, não posso entrar em uma porrada de sites - inclusive alguns úteis para o meu curso.

Para fazer matérias e programas, tanto de rádio quanto tv, eu preciso de equipamentos: microfones, câmeras, MDs. Agora que estou no privilegiado último ano, consigo tudo que quero, a hora que eu quero - a menos que o oitavo semestre surrupie - mas os outros semestres, coitados, têm um baita trabalho pra retirar essas coisas. Aí me pergunto: como caralhos a gente vai aprender a mexer numa PD sem ter acesso à ela? Eu vou me formar e não sei usar essa, ou qualquer câmera.

Além disso, o que mais irrita na verdade, é ver onde eles usam nosso precioso dinheiro: construindo o metro quadrado mais tecnologico da América Latina… Pois é, que porra é esta! É um cubo, que roda e dentro tem tanto wireless que é capaz de você desenvolver câncer em todos os órgãos do corpo. E quem usa isso? NINGUÉM! Pois é ninguém entra lá… E outras coisas inúteis nesse estilo.

Ok, vocês podem estar lendo e falando: ela tá reclamando de barriga cheia, o povo das outras faculdades não tem metade disso. Concordo, mas se eu estudasse em faculdades mais baratas, não exigiria nem esperaria nada delas: O que viesse seria lucro, mas ter esse pensamento na FAAP…

Bottom line: Não façam FAAP!

E desculpem descarregar isso em vossos olhos… Mas é que eu me irrito muito!

Na tela - Requiem para um sonho

Alguns leitores aqui do Mafragafando sabem que recentemente assisti Requiem Para um Sonho, e isso foi errado, MUITO, errado! Todo mundo dizia que era um puta filme que merecia ser visto, então, a Netmovies deixou o dvd aqui em casa outro dia e sexta feira à noite fui ver. Errado, muito errado!
Não tenho estado na minha mais plena felicidade, e essa sexta feira eu estava bem longe disso, mas vocês não tão muito afim de ouvir sobre isso, eu suponho. Vamos ao bendito filme.

Requiem para um sonho é foda. Não tem muito mais o que ser dito sobre ele além de que ele é foda. Mas vamos tentar:
Harry, Marione e Tyron são três jovens usuários, que resolvem vender drogas e ficar ricos com isso. Ao mesmo tempo, a mãe de Harry, Sara, fica viciada em pílulas para emagrecer. Mas o diretor Darren Aronofsky mostra isso com cenas e cortes impressionantes, que transportam o espectador pro caos em que os quatro estão. Toda vez que os jovens injetam, vemos várias cenas, cortes rápidos, deles preparando, injetando e o efeito da droga. A mesma coisa acontece com Sara: Quando toma anfetaminas, ela fica hiperativa, andando, arrumando a casa, falando. Ao tomar o remédio para dormir, tudo fica mais lento… Além disso, vemos como as amizades e relacionamentos vão se desmontando por causa das drogas.

Não sei se isso é realmente uma zona de spoilers, mas como eu vou falar do final do filme, cuidado. Todas essas sensações que o diretor provoca no decorrer do filme se intensificam no final, quando os personagens estão indo para o fundo do poço. Como disse antes, estava mal, então por alguma razão ver aquelas pessoas se destruindo, e sem conseguir sair da espiral de desgraças, foi me deixando agoniada. Faltando 15 minutos para o fim do filme, eu estava sem ar, chorando e enjoada.

O grande negócio do filme, é que ele não faz aquela propaganda anti drogas careta, ele fala como elas drogas podem, de fato destruir tudo que você tem, ou quer ter. Dos filmes que mostram como as pessoas podem se acabar, como Clube da Luta, esse foi o que mais me pegou. Não sei dizer por que, mas foi.

Recomendo Requiem para um sonho em dias de sol e felicidade plena.

iVitrola - Daft Punk - Harder, Better, Faster, Stronger

Ultimamente o que tem me animado na vitrolinha de bolso é uma música do Daft Punk. Não, eu não costumo ouvir música eletrônica, mas essa… É sensacional! Eu conheci a música através do vídeo que duas meninas fizeram, chamado de Daft Body. Não deixem de ver no VocêTubo.

A música tem basicamente 2 frases que se repetem over and over, mas cada hora com um efeito diferente, chegando ao ponto de nem parecer realmente a voz do cara, então não fica chato. Muito pelo contrário, é impossível você não mexer, pelo menos, o pé!

Mesmo se não for seu estilo de música vale à pena ver o vídeo no mínimo.