Diário de bike – Dia 2

Hoje, depois de mais de uma semana, consegui finalmente andar de novo com a Omarilda – sim, a bike já virou uma travesti. E como já previa, o passeio já começou burocrático:
Como falei no outro post, aqui no prédio é um bicicletário coletivo, precisa da chave, etc..
Desci, pedi a chave, e fiquei uns cinco minutos esperando um dos funcionários do prédio ir lá. Lição nº1 do dia: Não dá pra sair com pressa.
Na hora que o moço tirou a bicicleta do gancho pra mim, ele falou “o pneu tá murcho” e quando eu peguei a dita cuja ele tava assim. Quer dizer, quando houver tempo, vou levar pra ver o que há de errado. Hoje, só passei no posto, enchi e fui andar um pouco, afinal, uma semana de bike parada é injusto.
Foi um desastre. Ok, não foi um desastre porque cheguei inteira em casa, mas não consegui subir a ladeira da minha rua, nem da paralela. Não existem forças nas minhas pernas então tive que me adaptar: eu queria ir num mercado no alto da rua, não fui, fui no mercado caro no fim da rua – Que é metido a verdinho, mas não tem onde estacionar as bicicletas. Tive que prender na grade do estacionamento mesmo.
Acabou que andei só no plano, numa avenida até que movimentada. No fim, deu tudo certo, mas não do jeito planejado.

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