Just Do It

Tem alguns anos eu e o namorado falávamos de ir pra Nova York, ir pra Disney, ir pros Estados Unidos da América, mas não saíamos disso. Do falar.

Então, numa noite de setembro de 2013 falei pra ele “vamos fazer essa viagem ano que vem? Planejar, organizar, economizar, se ferrar de pagar coisas, e fazer mesmo essa viagem?” E ele disse sim. E assim começou o planejamento da, que veio a se chamar, The Bagel & Butterbeer American Tour [eu nomeio minhas viagens, ok? Ok.]
 NY
Um ano, certinho do início da ideia, até embarcarmos no avião. Ainda não saímos do Brasil, este é um post pré viagem. Talvez faça um post pós. Veremos.
Esse post pré é pra dizer: É possível. Não é fácil, mas fazer o que você tem vontade é possível. Por mais caro e trabalhoso que seja, se você se dedica e tem paciência, a coisa pode sim virar.
“Ah, mas eu ganho tão pouco” Cara, eu ganho menos de dois salários mínimos. Em um ano fazer uma viagem internacional é possível. Não vou comprar todas as maquiagens da MAC, não vou trazer quilos de roupa das lojas de NY ou dos Outlets de Orlando, mas sei que vou me divertir, vou aproveitar o máximo que meu tempo e meu dinheiro deixarem.
Você ganha menos que isso? Tudo bem, se planeje com uma antecedência maior, procure bicos, freelas, passe uns dias dormindo pouco e trabalhando muito. Procure outro emprego.
Tem muitas contas pra pagar? Ok, isso acontece. Eu sou sortuda e moro com meus pais [ainda], mas me desfiz das coisas mais irrelevantes: das contas de R$120 de celular por mês, virei pré pago e gasto no máximo R$35. Cancelei o cartão de crédito internacional, com sua anuidade gigante, e fiquei com o nacional, que até me devolveu a diferença já paga na anuidade. Diminua o tempo no banho [conta de luz e de água menores. check] troque uma Pringles por uma Ruffles. Troque o cinema pelo Netflix. Troque o rolê no bar por chamar os amigos e beber em casa. Você não precisa virar um ermitão pra fazer o que quer, é só fazer algumas concessões. Nesse ano deixei de fazer alguns rolês, de comprar algumas coisas, mas não fiquei contando moedas, nem isolada dos amigos, nem me arrependi do que não fiz ou não comprei.
A gente aprende a abrir mão das coisas, mesmo que temporariamente, ainda mais quando se tem um objetivo. Um sonho. Chame como quiser. É
Aquele ponto no horizonte onde você olha e fala “é pra lá que eu vou” e vai.
Então, pense nisso, e vai.

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