Tristeza tem fim, sim

Dia desses, por tantos motivos, cancelei minha matrícula na Pós que estava fazendo. Quando enviei o formulário estava me sentindo um fracasso.
Depois, saí de casa, peguei o metrô e saí na Paulista. Entrei no América e pedi uma sobremesa. Sim, só o sorvete. Ninguém no restaurante olhou estranho, aliás sorriram. Me senti bem.

Tristeza não tem fim, felicidade sim

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Saí feliz depois do sorvete.
Entrei na Fnac e lembrei que podia ver títulos pro desafio literário. Pensei na Tati e no último post dela, em que diz: Eu revi minhas prioridades, meu riso ficou mais fácil.
Então fiquei mais leve.
Não é fácil ficar mais leve. As pessoas costumam passar por barras pra perceber que sempre fazemos tempestades em copo d’água. Eu faço muitas tempestades em copos de pinga, e só depois me dou conta.
Nunca dei uma volta tão rápida numa fossa.
Espero que as pequenas delícias do dia, como livros e sorvetes, possam aplacar mais vezes o coração apertado e assim, mais leve, eu consiga olhar melhor o lado bom da vida.

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