Why so silly?


Acabei de voltar da 1ª Silly Walk Brasil. Contando com cerca 20 bobos (sem ofensas galera!) Andamos bobamente por cerca de 2 quarteirões na avenida paulista. Por que andar tão pouco, vocês perguntam, e eu respondo… Por que o silly walking é um exercício PESADÍSSIMO, ainda mais para o público que compareceu – nerds e outras variações sedentárias do mesmo.
Depois, cruzamos a paulista andando bobo e quando chegamos do outro lado paramos e passamos a nos comportar como criaturas quase normais que somos.

Apesar de termos andado pouco, e sermos uma pequena massa se comparada à da Zombie Walk, conseguimos chamar bastante atenção da mídia. O programa Vida Loka do Multishow e a Revista Piauí cobriram o evento. Eu fui entrevistada pelos dois, então quem sabe daqui um tempo não serei vista no multishow falando alguma asneira da qual não me lembro!


Os repórteres e alguns walkers nos deixaram, e depois rumamos para o Bob’s (não não fomos no Bob’s de propósito, só pelo trocadilho) lá ficamos por um bom tempo e com o passar do tempo mais e mais walkers (assim faz parecer que haviam centenas) foram nos deixando até que sobrou eu – arroz de festa, Thiago Andrade – o organizador, e Vinícius Schiavini – o divulgador.


Não tirei muitas fotos pois me empenhei nas minhas andadas: a lateral foi a minha mais popular, a cada 5 metros as pessoas mudavam sua caminhada. Houve nado, cavalgada, saltos, corridas, andadas ajoelhadas. Um deleite para os olhos.


Espero que seja mesmo só a primeira, estarei nas próximas!
Pra variar, fotos no Flickr!

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More Campus Party


Cheguei em casa já faz várias horas, mas por pura preguiça não tinha vindo postar aqui ainda o resto das minhas peripércias na Campus Party.

Depois que saí do stand da Telefônica perambulei um pouco mais: fui pro stando do limão, só pra sentar nas cadeirinhas legais que eles tinham lá, mas como não consigo entender o funcionamento do site deles, desencanei e fui embora com um mouse pad, que estava sendo usado de leque. Dei um tempo no stand da TAM, ao lado de um Wii que dali uma hora seria aberto pro público jogar, mas como estava entediada, saí andando e perdi meu lugar na “fila”… então, fiquei sem jogar, mas o que me consola é que os brindes pra quem jogava tinham acabado, então não foram duas perdas numa só tacada. Dali andei um pouco mais e acabei voltando pro Kung Fu e tinham dois nerdões munidos de light sabers! Demais!


Depois joguei dominó (vermelho) com um deles num stand muito legal com “jogos Boêmios” do Salve o Jorge. No meio de todos os jogos eletrônicos uns clássicos como Futebol de Botão e Damas são bem legais.


Falando em jogos, brinquei num outro treco e ganhei da menina de 10 a 9! É tipo PONG só que mais muderno, muito mais muderno, claro!


Como a entrada era grátis, e era um sábado ensolarado, era só uma questão de tempo praquilo lotar de todo tipo de gente, mesmo! Os nerds foram diluídos na multidão. Me pergunto até se todo mundo que tava lá sabia que que estava acontecendo ou se eram só curiosos. Tinham muitas crianças perambulando e achando o máximo tudo aquilo.


Fui embora umas duas horas depois de chegar por que aquele andar é meio limitado, ainda mais com tanta gente tentando enxergar as demonstrações, vídeos e afins. Mas valeu à pena, apesar de não ter acesso aos melhores stands ( tipo do flickr) e não interagir com nenhum campuseiro, nem escrever o endereço do blog no braço, foi divertido! Se tiver a chance, da próxima vez não vou desperdiçar, e farei tudo que tenho direito!

Pra variar, mais fotos no Flickr!

365days

Acabei de entrar pro grupo 365days do Flickr. Um projeto criado pra você fazer 365 auto retratos. Um a cada dia. Hoje é o meu dia 1, será que eu consigo fazer fotos todos os dias? Sem pular nenhum? Por um ano inteiro? Não custa tentar, ?
Essa foi minha primeira foto:


Tava ouvindo Marina de la Riva to iPhode, ela é o máximo gente! Recomendo muito forte o disco dela, homônimo. Tem participação de Chico Buarque em uma das músicas! Lindo, mas outro dia eu falo mais sobre ela.
Visitem lá, todos os dias uma foto nova no Flickr!

Sing-a-long

Ontem, 20:33 o Mafra me chama pra ir na Chopperia Liberdade com ele e uns amigos, conhecia mahomenos 2 deles e topei – melhor que ficar em casa, ver novela e dormir as 22:00 – fomos!
Mas calma gente, diferente dos últimos posts desse blog não vai rolar mimimi, estou aqui meramente pra falar da qualidade da balada, mas antes preciso dar um introduçãozinha… E depois da Chopperia fui com o povo desconhecido e sem o Mafra pra outro Karaokê. Então falarei da cantoria boa e da cantoria ruim!

Chopperia Liberdade (não achei o site de verdade)- a cantoria boa: Pra ser sincera não me lembro muito bem do lado de fora do lugar, mas o interior é fantástico! Kitsch é pouco pra explicar, ainda mais nessa época natalina, em que existem mais enfeites pendurados do teto, lado a lado com as lanternas japonesas. O palco, meio camuflado por caixas de som, tem paredes espelhadas, andando mais pro fundo do lugar multifacetado, encontramos algumas mesas de sinuca. A chopperia poderia estar em qualquer outro lugar da cidade, pois tem de tudo! Espetinhos, sinuca, yakissoba, kibe… Mas claro que o principal atrativo do lugar é mesmo o karaokê. A lista de músicas é imensa! Eles cobram 2 reais por música, que pode ser cantada em dupla. Eu acredito na teoria de quanto pior melhor, por isso optei por Alejandro Sanz, Shakira e Spice Girls, mas existem músicas mais sérias, como algumas do Chico Buarque. Não comi nada, tomei refrigerante, que custava R$3,00, mas os preços não são exagerados… São bem dignos pela diversão. O lugar também é grande, então não é muito quente, nem muito barulhento.

Espetinho, Chopp & cia
– a cantoria ruim: Alguém do pessoal falou desse outro lugar, perto do metrô Sta. Cecília, que tem menos gente, e é mais barat. Fomo então ao tal do Espetinho. Chegamos lá e o esquema era pagar R$3,00 pra cantar o quanto quiser. Você pede as músicas e eles fazem um rodízio entre as mesas. Maravilha… teoricamente! O rodízio não funcionou muito bem, nossa mesa cantou uma música, até que fosse feito um escandalozinho básico e cantaram mais uma, só pra dizer que não fomos embora de mãos abanando. Nossa mesa foi relegada, trocada por um pseudo Renato Russo e uma Adriana e a Rapaziada.
Os preços são melhores que da Chopperia, a batata frita, que foi o que eu comi, custa R$10,00 e é bem boa… e é um porção bem boa. Quase esqueci de dizer que uma garçonete fez careta pra nossa mesa, não sei por que… Enfim, o serviço ficou devento

No fim das contas…
O que valeu a pena na noite foi mesmo a Chopperia, um pouquinho mais caro e cheio, mas as músicas escolhidas pelo pessoal são melhores, o ambiente é mais legal, o serviço é melhor…
Desembolse um pouquinho mais e divirta-se um pouquinho mais.

Fotos no Flickr, como sempre… Algumas ainda tão sem legendas, jajá resolvo essa questão.

Terra

Hola!
São 11 da madrugada do dia 11 e eu já tô acordada! O-BA!
Vamos lá, aos Shows do Planeta Terra! (Alguns relatos vão ser curtos pois muitas horas já se passaram e eu esqueci tudo que eu queria dizer!)
Tokio Police Club – Indie Stage: Nunca tinha ouvido, música boa, show bom também, começando bem a noite.
Datarock – Indie Stage: De novo, nunca tinha ouvido, mas adorei adorei o show! Eles são muy divertidos e estranhos em suas roupas vermelhas de capuz e óculos escuros. Amúsica não é lá o que eu mais gosto na vida, mas não é ruim não.
Lily Allen – Main Stage: Minha razão de ir ao Planeta me broxou… Mais bêbada que a garrafa de Jagermeister que ela bebeu no palco, ela esqueceu, até onde eu vi, 3 letras, 1 cover e outras 2 dela… Mas as músicas que ela cantou foram legais! Fiquei triste de não ter ouvido Alfie, uma das minhas favoritas da menina.
Cansei de Ser Sexy – Indie Stage: Nossa banda inspiração, e que eu nunca tinha ouvido (NÃAAAAO, JURA???) foi bem, BEM, mais legal que a Lily “esqueci a letra” Allen – nós nos demitimos do show da infanta bêbada e fomos ver a banda brasileira – só ouvi umas 2 ou 3 músicas, entre elas algo sobre a J-Lo, Adorei! O show deles parecia mais cheio que o da Lily proporcionalmente hahahaha Enfim, não vou ficar babando ovo pra eles antes de ouvir o álbum
Devo – Main Stage: Não vou nem dizer que nunca tinha ouvido por que esse assunto já tá ficando velho… Os tiozões são o máximo! Por que eles são ótimos e por que eles são tiõzoes! De verdade, eu visualizei um tio meu lá no palco! hahaha
The Rapture – Indie Stage: Nem entramos no galpão pra ver, tava lotadíssimo, as escadas vazias só ouvindo a música pareceu muito mais apetitoso! Nem prestei atenção no show :P
Kasabian – Mains Stage: Foi muito bom, provavelmente por causa da localização desta que vos fala em relação ao palco: Embaixo do logo do Terra, (aka no meio) a uns 10 metros do palco! Great Success! Comentário menina: O vocal é uma graaaaça (chapado feito a fome), o baixista também, o guitarrista também tinha seu charme… Qual é desses ingleses, né? hahahaha

Agora o quesito organização da balada: acho que ganhou 10! Indo pra lá todo mundo reclamando que o lugar devia ser uma porcaria, que dois palcos ia dar bagunça e não ia dar pra ver nada… Chegando lá, os dois palcos, pelo menos pra mim, funcionaram muito bem (mas acho que isso só aconteceu por que a Lily Allen foi péssima e desisti dela). Depois do trauma, até de quem não foi, como eu, que o Tim causou na galera tava todo mundo com medo do que iriamos encontrar por lá. Mas deu tudo certo, não faltou cerveja, tinha um lugar grande de comidas, que eu não fui, tinham carrinhos de pipoca, que eu fui. As bebidas não tavam tão caras assim, refri 2 reais… foda só ter pepsi e guaraná, mas tudo bem, a gente sobrevive. E o lugar, apesar de longe era muito bom… Uma área grande, bastante lugar pra sentar (quase todos no chão), além do Lounge que eu nem cheguei perto, banheiros quimicos suficientes pra não formar fila. De uma forma geral tava tudo bem limpo, até os tais banheiros químicos cheios de mato (devia ter tirado uma foto!).
Enfim, aguardo o Planeta Terra do ano que vem, se for tão organizado quanto esse, tô no lucro!

Hasta!
Fotos!

I’m Bliiind! ou Diário de Blindness

Sim, eu sou tiete… mas sei não incomodar, ser inconveniente e chata.
Esse fim de semana foi dedicado ao cinema… ao fazer cinema… às filmagens do novo longa do Fernando Meirelles, o Blindness, baseado no Ensaio sobre a Cegueira do Saramago.

MEU DEUS!!! É tão bom estar naquele lugar, no set, perto do Meirelles… Quem se importa com a Julianne Moore! Com o Danny Glover ou o Mark Ruffalo quando se tem o Meirelles do lado???
Claro! Não estou menosprezando nenhum dos atores, eles são importantissimos pra história, eu tieto também, e MUITO, mas meu foco principal é o diretor, o diretor de arte, de foto, de whatever!!

Sábado o dia foi dedicado a tietar mesmo o Meirelles: nenhum dos atores principais estava na filmagem, só os japoneses cujos nomes ainda não aprendi direito, e o Set era menor, a gente ficou perto, tirou foto e tudo mais.

Já no domingo os principais estavam lá, e claro, tiramos fotos com TODOS, em breve todas estarão no meu flickr, por enquanto só tem algumas…
O Mark Rufallo é muito paciente e atencioso, o Danny Glover é sérião, a Alice Braga (foto temporariamente indisponível) é uma FOFA, o Yusuke Iseya é figura total, o Mitchell Nye é muito fofo também! A mais estrelinha, claro é a Julianne Moore que negou uma foto antes do vuco vuco todo…

Mais alguns dias acho que o Meirelles vai olhar pra mim e pro Fabio como “os doidos que passam o dia nas filmagens e não tem mais o que fazer”… Espero! hahaha

Bom, as fotos legais que eu tenho já tão aí, em breve faço um update desse post mostrando as demais fotos, e hopefully, dos próximos dias de filmagem :)
Ultimo comentário antes de ir embora:
EU AMO CINEMA!!!!

Bjus apaixonados pela 7a arte e tudo que a envolve!