195 Dias Sem Consumo – 6 Meses!

Dia 1º de maio completou 6 meses de projeto! Cheguei à metade, então esse será um post longo [mas cheio de gif, pra ficar engraçadinho e vocês não desistirem], daqueles com análise do período, além de contar como foi o último mês, que eu não dei conta de contar aqui. E que mês foi esse, meu bem.

Foi o mês que arrumei um emprego temporário de muitas horas diárias, que me deixa com o sábado livre, porém acabada, porém na companhia do meu namorado, porém sem pique nem pra arrumar as roupas largadas pelo quarto.
Housy
Foi o mês que fiz minha sonhada consultoria de estilo! Pretendo falar sobre ela num vídeo. Sim, pretendo fazer vídeos, assim que resolver o problema do áudio porcaria da minha câmera (quem souber ajudar, por favor, dê as caras)
E foi o mês que comprei uma das coisas que não podia durante esse ano!
Sherly
Mory
Watsy
Durante a consultoria percebi que precisava, pros meus objetivos com ela, de algumas peças novas e específicas. Numa das etapas a gente visita várias lojas, pra que a consultora explique os conceitos que ela vai me passando. Nisso, conheci lojas incríveis, peças incríveis e depois de mastigar a experiência e pensar no que seria mais prático pra mim, decidi comprar uma calça maravilhosa.

A calça maravilhosa

A calça maravilhosa e todas as suas possibilidades

Aproveitei o dia “fora da dieta” e passei numa loja que vimos juntas e estava fechando, então todas as bijuterias, bolsas e lenços estavam com desconto. Comprei três anéis, que não saem mais dos meus dedos, e os três saíram pelo preço de um!

No fim de semana que se seguiu, assim que acabou a consultoria, eu estava com o bichinho do consumo a toda e eu resolvi abraça-lo. Estava no shopping com o namorado e entramos em TODAS as lojas de departamento, atrás de coisas pros outros. Eu ia até a sessão feminina, faminta por algo que se encaixasse em tudo que aprendi, achava poucas coisas, ia até o provador e via que não servia ou não me sentia bem com as peças. Saí de lá sem nada novo. Um pouco frustrada, mas tranquila.

A consultoria foi de grande ajuda nessa coisa de reduzir o consumo – não só durante esse ano mais ~radical~, mas pra levar pra vida – porque ela ensina a aproveitar bem melhor o guarda roupa, fazendo combinações que sozinha não pensaria.

No fim, apesar de ter comprado uma calça durante o ano que eu não devia comprar nada, a consultoria me ajudou a comprar A peça que de certa forma une todo meu guarda roupa, que eu posso usar numa reunião de trabalho, pra sair com os amigos, ou fazer um picnic. Uma peça que vale por várias.

Tyry
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Sobre os seis meses iniciais dessa experiência cheguei a algumas conclusões:
– Eu tenho ímpetos de compras muito específicos: eu quero um sapato do jeito X, eu me apaixonei por aquela bermudinha da loja Y, eu fiquei com vontade de comprar livro Z.
– A maioria dos meus gastos é mesmo com comida, e como isso não entrou no Ano Sem Consumo, eles continuam sendo meu maior consumo. E desculpa sociedade, vai continuar sendo! Comida é minha vida, um beijo.
– Eu tenho bichinhos de consumo. Um dia acordo com aquele comichão pra comprar algum bem durável, não comida, por exemplo. Eu tenho resistido a ele nesses meses, mas também sempre que eu me deixava levar, não comprava qualquer coisa. Comprava coisas que eu realmente gostei.
– Com essa coisa de não comprar qualquer coisa e de ter desejos específicos, não consumo tanto quanto imaginava.
– Quando tenho planos maiores – viagem, montar um apê, fazer uma tatuagem enorme – a curto/médio prazo eu consigo me focar mais e não comprar coisas supérfluas. Com alguns deslizes aqui e ali. Mas, quem nunca?
– Quando encasqueto com algum produto ele realmente não sai da minha cabeça: vide aquele shortinho que vi há meses, que eu procurei no meu tamanho no dia que estava louca pra gastar, não achei, e sigo #chateada.
jinxy
– Tenho usado e abusado de oportunidades como bazar de trocas, ou heranças. O que não serve pra um, serve pro próximo. E o próximo pode muito bem ser eu!
– O ano sem consumo não é só sobre compras, é sobre produtos, sobre usos e reusos, sobre fazer o que a gente tem render e durar mais. [Acabou que a consultoria se encaixou muito bem nisso.]
Que venham os próximos 6 meses!
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120 dias sem consumo – e sem dinheiro!

Qual a melhor forma de não comprar? Não tendo dinheiro, claro!
Estando sem emprego fixo, mesmo sem grandes consumos, o dinheiro ainda sai mais do que entra. Além disso, no começo de fevereiro eu saldei uma dívida que vinha crescendo há tempos.
Assim, comecei fevereiro no vermelho. Piscante. Neon. E assim segui o resto do mês.
Não senti grandes vontades de comprar nada, mesmo porque, basicamente não saí de casa. E tenho entrado pouco em lojas online – já que não devo comprar nada, pra que passar vontade?
Mas tem produtos que estão sempre na minha cabeça, há meses, há anos, e eu achei por bem começar a listar essas coisas que quero comprar, que já pensei se devo ou não devo, enfim, já analisei de todas as formas possíveis. Pra isso, criei um painel no Pinterest, ainda preciso incluir mais coisas, mas nem sempre lembro.

Compre menos, escolha bem, faça durar.

Semana passada comecei uma dieta restritiva, não estava me sentindo bem e várias pessoas falaram pra cortar glúten e lactose, pra ver se melhorava. Com isso, tive que comprar muitas coisas novas pra comer. Afinal, trigo e leite estão em TODAS as comidas gostosas do mundo. Acabou que essa dieta também está sendo boa pra repensar os consumos alimentícios. Mas isso é assunto pra outro post.
Ah, no finalzinho do mês comprei calcinhas, e sutiãs [ainda preciso comprar mais] porque abri minha gaveta de lingeries e notei que, 70% do que está ali me deixaria envergonhada se fosse usada pra ir ao médico. Mas não acho que tenha sido uma compra impulsiva, pelo contrário, levei menos do que pretendia quando entrei na loja.
Estava querendo comprar um caderno, pro curso que farei no segundo semestre, mas cavuquei pela casa e encontrei um caderno na medida, sem pauta, o que me atrapalha um pouco, mas detalhes, detalhes!
O quarto mês sem consumo passou tranquilo, as vezes sinto uns repentes de “meu deus quero gastar dinheiro” mas logo passa, e eu nem sequer lembro, até pra mencionar no post do mês. Acho que é um bom sinal.

92 Dias Sem Consumo – Um mês pensativo

Janeiro, a vida começa a voltar ao normal, e com ela as compras e não compras.

Logo no segundo final de semana do ano passei por uma tentação daquelas! Fui ao shopping com o namorado, aproveitar o ar condicionado, tomar um sorvete, quando entramos numa loja bacana e vejo um short lindo. Lindo. Lin-do. Provei o bendito, andei de um lado pro outro com ele na loja, pensei, pensei, pensei e concluí que não preciso desse short. Que tenho outros três em casa – não tão baphônicos quanto, porém com a mesma função – e deixei o bonitinho pra trás.
Mas esse episódio me fez pensar no porque desse desafio. Eu nunca fui uma pessoa über consumista, só quando viajo ou encontro peças muito legais. Eu não sou a loca de “compro tudo que vejo pela frente” mas a loca do “sonhei com uma peça assim e assado, será que ele existe?” e aí procuro a bendita.
Normalmente já me questiono qual a necessidade de comprar isso, de comprar aquilo. Sem o desafio, eu ia ficar andando com o short pela loja, pensando se quero, se devo, se vou usar e etc, mas provavelmente ia sair de lá com ele.
Será que eu preciso passar um ano todo de dieta de compras? Será que só alguns meses vão me deixar ainda mais consciente?
Depois de sair da loja pesquisei pela internet se aquela marca estava envolvida em trabalho escravo ou similar, pelo que eu vi, não. A Memove é do mesmo grupo da Siberian e parece que eles ficam em cima dos fornecedores pra garantir a qualidade das condições de trabalho, tem até uma parte do site voltada a isso. Acho bem legal, mas sempre fico com o pé atrás, afinal grandes marcas e corporações não costumam ter um coração, muito menos bom. [Espero estar errada] De qualquer forma, eu não tenho o dom da costura, e nem sempre vou conseguir comprar roupas e produtos de pequenos produtores. É legal saber que existem opções a todo esse hall de marcas que realmente está envolvida em denúncias.
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Logo no primeiro mês de desafio tinha comentado que precisava comprar uns equipamentos para ajudar com meu ombro. Pois bem, esperei até agora, quando entrei no site, o preço do produto estava ainda mais baixo que nos meses anteriores. Comprei e sou a feliz proprietária de faixas elásticas para fortalecer os músculos!
Comida continua sendo minha válvula de escape, mas estou bem mais controlada ultimamente.  \o/
Fiz uma compra, não exatamente necessária nesse momento, e que quebra a regra do “não comprarás nada de enxoval”: eu e o namorado decidimos comprar uma cama de casal. Sair do aperto da cama de solteiro e assumirmos essa compra, que chegaria eventualmente. E melhor agora do que quando formos morar juntos e precisarmos montar cozinha, sala, quiçá ir atrás de armários.
Os envelopinhos de dinheiro que ganhamos no natal viraram esse bem comum. E não me arrependo.
O terceiro mês sem compras foi bem mais reflexivo, e incrivelmente tranquilo, que os anteriores. Sim, consumi, mas nada que me deixasse com dor na consciência.

61 dias sem consumo – Boa menina!

Nesse segundo mês me comportei melhor, ainda assim, cometi alguns deslizes.
Na metade do mês a Let, da Cozinha da Matilde, fez uma venda de garagem pra se desfazer de um monte de coisas que tinha paradas na casa dela. Aproveitei e fui desapegar do que eu tinha parado aqui em casa também. Mas chegando lá achei algumas coisas irresistíveis. Acabei levando pra casa, um total de R$12, de itens entre R$3 e de graça, são os itens aí da foto, mais uma camisa pra cunhada e um cachimbo pro irmão. Resisti a itens de casa/cozinha, a aventais maravilhosos, a roupas lindas.

Comprinhas na Matilde

Comprinhas na Matilde

Antes do bazar tinha fechado todos os presentes de Natal, sem maiores brigas! Também participei de um amigo secreto de chinelos havaianas, então tive esse outro presente para comprar. Mas agora acabou.

Depois disso, meu único consumo tem sido a comida. Ah, a comida… Esse negócio tá virando um ano comprando muita comida, não um ano sem consumo.
Preciso maneira na gulodice, urgente.

Dezembro é sempre um mês fora do comum, em muitos aspectos, todo mundo sai da dieta, todo mundo come mais, bebe mais, fala mais, e claro, compra mais que o normal.

Janeiro já começou, e vamos a mais 30 dias sem comprar muito!

30 dias Sem Consumo – A vida não é fácil

Primeiro mês do meu ano sem compras, e não foi nada fácil.
Acabei comprando bastante coisa pra mim, pra alguém que não deveria comprar nada, e ainda caí em algumas tentações.
Primeira tentação: comida. Gastei muito com comidinhas, lanchinhos, cafés, jantares, etc. Sempre soube que esse era meu ponto fraco, mas a coisa foi tão grave que acabei perdendo o controle dos gastos.
Segunda tentação: presentes de natal. Com a “desculpa” de resolver presentes de natal, acabei comprando muitas coisas, presentes errados até. Depois de uma compra absolutamente desastrosa na Imaginarium, me assustei e fiquei bem menos afoita pra resolver isso. Preciso trocar um produto que comprei pro sobrinho, mas a questão é: trocar pelo que? Presente pra outra pessoa eu não encontrei quando fui à loja, então pode ser que não consiga. Algo pra mim então? Não devia, mas…
Terceira tentação: Black Friday. Ah, esse final de semana infernal, em que tudo que você estava querendo, pensando, e estudando comprar está com preços bons. Acabei fechando mais uns presentes de natal – dessa vez de forma assertiva – e comprei pra mim um livro que já ia comprar mesmo, independente do ano sem consumo. O Livro do Bem, da Ariane e da Jéssica.

Além dos livros, queria mandar revelar fotos, por conta da viagem e de que eu queria fazer um álbum sobre ela. Fechei um pacote de fotos que só irei revelar ano que vem, quando juntar mais algumas imagens legais. Outra coisa que sondei na Black Friday foi um equipamento pra fortalecer o ombro, que será útil no ano que vem. Digo sondei porque mandei gerar o boleto da compra e estou vendo se o preço subiu, coisa que não aconteceu até agora. Ou seja, eles fizeram aquela história da “metade do dobro”, me fizeram acreditar que o preço estava incrível na BF, mas era menitra. Então não fechei a compra, ainda.
Quarta tentação: O McLanche Feliz. Sim, eu sou maluca por Mario e quando vi que ele seria a lembrancinha do mês no McDonald’s chorei de desgosto. No fim das contas comi dois lanches com o objetivo de pegar os brinquedos: o primeiro foi um Donkey Kong pro namorado, o segundo foi o Mario saindo do cano, pra mim mesma. Minha coleção aumentou graças ao namorado, que também comeu e pegou duas lembranças pra mim.
Acho que o McLanche feliz foi mesmo meu maior deslize. Ainda penso nele com um pouco de culpa, mas estou tentando relativizar (eu precisava mesmo comer, e estava na fúria de McDonald’s)
Agora que passou Black Friday, que já comprei os presentes todos, que não tem mais bonequinho do Mario. A coisa será mais suave.
Eu acho.

365 dias sem comprar

De uns anos pra cá tenho me tornado mais consciente quando o assunto é consumo. Tenho muitas roupas, e com o tempo fui dando, doando, trocando algumas delas. Ainda assim tenho bastante coisa. Eu tenho um grande apego com a maioria das peças: ou foram presentes, ou me lembram momentos marcantes, ou são daquelas coringas e que acho lindas, e uso até estragar.

Quando comecei a planejar a viagem sabia que compraria muita coisa – roupa ou não – nos EUA, então passei a economizar dinheiro, e abrir mão de comprar coisas por aqui, para concentrar as compras lá fora. Com isso, comprei bem menos coisas, me lembro de ter comprado uma sapatilha deliciosa por um preço bacana, uma jaqueta ~de couro~ que vinha sonhando há dois anos, uma bermuda pra fazer pilates/corrida, uma calça verde que era linda demais pra ficar pra trás e algumas outras coisas nesse estilo.
Com essas compras, e a viagem, meu armário está lotado de peças novas. Depois de desfazer as malas, fiz a limpa no armário tirando roupas que não usava há tempos, roupas que tenho menos carinho, roupas velhas, roupas que comprei-uma-peça-que-tem-a-mesma-função-que-essa. Nessas, liberei um gavetão enorme, inteiro.
Aqui, exemplos de compras desmedidas feitas na gringa

Aqui, exemplos de compras desmedidas feitas na gringa

Daí, que enquanto estava lá fora, exatamente por comprar muitas peças novas, percebi que poderia, facilmente passar um ano sem comprar mais roupas. Eu não preciso de mais nada, só me sinto tentada vez ou outra. E essa é a grande coisa desse desafio que estou me propondo. A gente sempre diz que PRECISA daquele sapato LINDO, ou daquele vestido FOFO, mas é mentira, e a gente sabe.
Comecei a ler os posts da Marina e da Lu Monte sobre o ano delas sem consumo pra me inspirar.
Teoricamente era pra eu ter começado logo que voltei, dia 1/10, mas aí comprei um livrinho aqui, umas canetinhas ali, um joguinho acolá, e na prática a brincadeira não começou. E não dá pra começar sem regras.
Eu nem ia fazer posts no blog sobre isso, mas acho um assunto interessante, e assim, com cobrança pública, fico mais atenta às minhas atitudes.
O interessante é que cada um faz suas regras. Cada um consome muito de uma coisa específica: roupa, sapato, bijuterias, livros, cds. Então cada um sabe onde o calo aperta. E qual a necessidade de comprar ou não algum artigo. E também não é pra eu sofrer por causa disso, é pra ser um desafio, sim, mas não estou me punindo por nada.
Chega de enrolar. Aí vai minha lista de regras.
 Não pode
.Roupas (incluindo lingerie, meias e meia-calças);
.Acessórios (bijuterias, sapatos, bolsas);
.Avental;
.Creme pra cabelo;
.Maquiagem;
.Esmalte;
.Eletrônicos;
.Dvds;
.Utensílios de cozinha e enxoval em geral.
 Pode, pero no mucho
.Livro (limite de 1 título por mês SE a pilha de livros estiver baixa/zerada);
.Tatuagem (desculpa, a fila de desenhos tá enorme, e precisa andar);
.Medicamentos e higiene pessoal (inclusive hidratante, porque minha pele é uó, e nessa seca não dá pra viver)
.Material pra receitas;
.Peças de roupa pra reposição: eu vivo com estoque baixo de calças jeans e lingerie, então de tempos em tempos as coisas precisam ser trocadas porque ficam impossíveis de usar (uma calça está querendo furar, vamos aprender a lidar);
.Serviços: Cabelereiro, compra e revelação de filmes, restaurantes, shows, peças de teatro;
.Experiências: o nome roubei da Lu Monte e acho pertinente. É tudo aquilo que faz você feliz: tomar um café com amigos, uma cervejinha, viagens, passeios, etc.
Ok, a lista de compras ficou meio grande, mas são exceções, e em sua maioria são bens não duráveis, ou não palpáveis. A regra da coisa pra mim é NÃO ACUMULAR. E me fazer pensar, na hora de sacar a carteira. Preciso? Está mesmo na lista do Pode? Porque comprar agora? Não pode esperar?
Hoje é dia 5, mas já comecei dia 1 de novembro. Até 31 de outubro de 2015, vigoram essas regras. Valendo!

Tanto em tão pouco

Como pode um período de tempo ser tanto e tão pouco ao mesmo tempo?

Um ano é muito por que hoje em dia quaisquer 3 meses juntos é motivo pra festa, é pouco por que a gente sabe que é só o começo.

É muito por já sabermos tanto um do outro, tão pouco por que ainda falta muito pra descobrir.

Pouco por que faltam tantas coisas para fazermos juntos, tanto por já termos feito de um muito juntos.

Tanto tempo passado juntos, mas tantos outros tempos pra ficarmos juntos…