Mafragafando

Hora de comer, ou não

Novembro 6, 2009 · 10 Comentários

Eu não sou mãe, nunca tive que educar outra pessoa, muito menos uma criança, mas tem coisas que o bom senso e observação me dão o direito de observar e criticar.

Esclarecido isso, vou à cena que vi hoje no Mc Donalds.

Uma mãe e uma filha, de uns 4 anos, almoçando. Quando sentei, a criança brincava com o balão que ganhou lá e a mãe falava ao celular. A filha deixou o balão cair na mesa vizinha, foi lá, buscou, a mãe continuou ao telefone, olhando para todos os lado menos para a pequena Luisa Luiza, Elisa, Lisa, ou qualquer coisa com esta sonoridade que voltara à mesa com seu balão. Ela largou e começou a brincar com o brinde do Mc Lanche Feliz, derrubou o brinquedo, foi pra baixo da mesa e pegou. A mãe ainda no telefone. A mãe desligou, pegou o sanduiche, esticou pra pequena que deu uma mordiscada. Pouco depois, ela ofereceu o sanduiche novamente, mas a criança estava entretida demais para comer.

A mãe pegou seu iphone, discou e voltou a falar com outra pessoa que não sua filha. Luiza derrubou de novo o brinquedo. Dessa vez a mãe, ainda ao telefone, tentou proteger a cabeça da filha. Depois a garota derrubou o brinquedo mais uma vez, aí a mãe foi ela mesma buscar. Sem desligar. Enquanto isso, oferecia o sanduiche vez ou outra, e vez ou outra ele era recusado pela garota. Não a culpo, afinal aquele espelhinho era muito mais legal que carne de minhoca!

Liza estava certíssima em seu papel de criança, querendo brincar, faltou à mãe dizer que hora de comer é hora de comer, e depois é hora de brincar. Mas acho que a mãe mesmo não sabe a diferença da hora de ficar com sua filha para a hora de falar ao telefone.

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O doce veneno…

Outubro 18, 2009 · 1 Comentário

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Assim como eu, muitos dos meus amigos feitos via twitter trabalham em uma agência de mídias online, como eu não sou muito relevante na meritocracia informal da internet, eu nunca tinha sido chamada para ações, esse ano a coisa começou a mudar e aí fui chamada pro lançamento de um celular, e há umas duas semanas pra uma ação que eu amei!
Pra quem não sabe sou formada em Rádio e Tv, trabalho com propaganda, mas secretamente amo cinema e se pudesse, viveria disso. Sabendo disso, minha amiga Milena, de uma dessas agências, veio no msn, toda séria: Mafrinha, nós estamos fazendo a divulgação do filme da Bruna Surfistinha e queriamos te chamar pra uma ação que vai funcionar assim: Você vai assistir e ser figurante em umas cenas do longa, vai poder tirar fotos e ver de perto a filmagem. Topa? Eu só não gritei de alegria por que estava no meu ambiente de trabalho, mas fiquei felicíssima com a proposta, afinal estar de volta a um set de filmagem, depois de mais de ano sem chegar perto de um, é coisa linda de Deus. Fiquei mais feliz ainda quando soube que seria na Casa de Todas as Casas, no Love Story, uma balada/puteiro no centro de São Paulo.
Pois bem, dia 11 de outubro, 17h como a Milena tinha pedido, lá estava eu com quilos de roupas – afinal pediram pra levarmos opções de figurinos e eu adoro escolher figurino – 2 pares de sapato, mais o all star no pé, e toda minha empolgação pra ficar até as 4h da manhã. Como eu já estive em sets, sei que a ordem do dia não é lá muuito seguida, então já esperava sair de lá com dia claro, o que não aconteceu ainda bem, por que mesmo empolgada eu sou velha e tenho sono!.
Eram 200 figurantes, provavelmente um pouco mais de meninas que meninos, e muitas moças da casa, if you know what I mean, todas juntas e misturadas esperando pra sermos maquiadas, termos o figurino escolhido e então descermos pra pixta. Eu, Samuel, Lu Sabbag, Thiago que é chato e saiu mais cedo, bobo que é =P e mais tarde Dani Koetz, meu querido irmão, Mafra e a Nat Gunji que foi de abelhuda e não se jogou na pista com a gente.
Ficamos conversando, eu exibi minhas roupinhas, tiramos fotos, fomos maquiada por gente que entende do negócio [e amei] tivemos os figurinos escolhidos.
Aliás, sobre o figurino: acho que a figurinista não me achou com cara de mulher da vida – são os óculos – e deixou que eu ficasse de All Star nas filmagens. Eu quase dei um beijo na boca dela de felicidade! Eu era a única mulher lá com essa regalia!

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Então, com um vestido tomara que caia preto, maquiagem rosa, all star preto e muita putaria dancei até o chão [como a assistente de direção pedia sempre!]. Dancei com música, sem música, com bebida na mão, sem bebida na mão, com o Samuel, com meu irmão, com a Dani, com a Lu… Só não dancei com a Deborah Surfistinha Secco, mas até com o casal de amiguinhos dela eu dançei no final da balada [mas já chego lá!]
Dança um pouquinho, para um pouquinho, conversa um pouquinho descansa bem pouquinho. Lá pela meia noite liberaram a gente pra comer, e só não fomos feito uma manada de bufalos mortos de fome por que a produção deu uma organizada e liberou o pessoal de pouco em pouco pra não fazer muvuca. A comida estava bem boa, comi um macarrão de arroz, e outras coisinhas orientais bem gostosas, mas a fome era tanta que eu queria repetir, mas não deu. Droga! Mas a comida deu um novo gás pra todo mundo ali!
Depois do jantar foi o momento da gente brilhar no filme: A Lu foi posta no pole dance que inveja, vaca!, a Dani era a queridinha da produção e foi colocada logo atrás da ação principal da cena. Eu, Mafra e Samuel, que havíamos sido rechaçados pela produção, fomos fazer nós mesmo nossa fama: Primeiro fomos para o lado de fora da balada, onde iam rodar a cena em que a Bruna e suas amigas entram na festa. Quando o filme sair, reparem, no final da fila, um cara acendendo um cigarro e um casal discutindo. Somos nós três, fazendo nossa atuação digna de Oscar. Pena que descartaram minha melhor cena, em que dou um tapa no Samuel por olhar as sirigaitas furando a fila. Além disso, na hora em que rodaram a última cena da diária, nós três estavamos ali, no meio da pista dançando ao som do Thaíde, e quando olhamos pro lado lá estava o casal amigo da Bruna, dançando ao nosso lado, e a não ser que fosse um plano BEM fechado, o que duvido, nós aparecemos!
Depois disso tudo, a Dani confundiu a cabeça do Thaíde com flickrs, gtalks e internetices em geral, uma das figurantes foi quase levada embora por um ébrio em seu carro, só não foi por que ela cobrou R$2000 o programa e o cara não tinha esse cacife. Também vimos brigas e discussões de frequentadores assíduos da Love Story inconformados que não tinha festa aquele dia, além de criaturas bem bizarras, tipo um cara encardido, que por algum motivo estranho tinha a cara suja.
Ah! Quase me esqueci de comentar as criaturas bizarras da própria filmagem, que incorporaram tanto o clima de balada que vinham xavecar as meninas e outras figurantes. Vários facepalms pra eles.
Foi uma noite divertidíssima, claro que fiquei muito cansada, mas valeu a pena: vou aparecer no cinema, matei saudades de um set de filmagem, tive ótimas companhias e risadas.

DSC06099(2) Para verem mais fotos, podem ir no Flickr da Dani e no meu.

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Crianças zumbis roubam guarda chuva

Setembro 18, 2009 · 9 Comentários

Fui encontrar minha amiga no fim dessa sexta feira garoenta… na hora de cruzar a Rebouças, esperando o farol abrir, chegam ao meu lado um homem, uma mulher com um bebê no colo coberto por uma fralda, e mais inúmeras crianças.
Eu, minha bolsa e meu guarda chuva estavamos esperando o homenzinho verde surgir quando ouvimos:

-Dá o guarda chuva moça?
-Oi?
-Dá o guarda chuva pá cobri o bebê.
-Ah cara…
-Da aí moça, você compra outro depois.
-Ai… Foi presente cara!
-Mas ó, o bebê aí desprotegido.

E as crianças repetindo as frases dele, como mini zumbis, e me cercando, eu olhava pra trás e nada do homem verde aparecer, e aquele cerco se fechando….
Estendi a mão…
-Tá… toma…

E saí andando na garoa cabisbaixa e descrente da cena que tinha acabado de viver.

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Flash ou Trashdance?

Setembro 13, 2009 · 1 Comentário

Eu costumo gostar de filmes porcarias, dançantes, ruins por que eles me fazem rir! Semana passada assisti Dirty Dancing e dei risada, adorei o filme, os personagens eram divertidos e faziam coisas estranhas. Hoje, vi Flashdance, outro clássico de dança, sensualidade e azaração. Mas a dança, sensualidade e azaração eram péssimos! Não dei uma risadinha! Falei no Twitter e todo mundo veio dizer que o filme é ruim mesmo, então vou explicar por que achei ele ruim, acima dos outros filmes dançantes dos anos 80.

As danças não são incríveis, claro que Alex tem seus rodopios bem feitos, mas eu preferi a patinação no gelo da amiga do que dela. Achei bem ok, e na hora do teste, quando “ela” faz o passo de break, eu fiquei com vergonha alheia, por que aquilo era obvia e descaradamente um homem. Todo mundo já sabia que era um cara, mas poxa… pega um magrelinho e de cabelo mais comprido! Ficou ridículo. Aproveitando que entramos na questão técnica, lembro de outra dança: a que ela faz em frente à tv. Uma hora ela está de lado pra parede de azulejos, outra hora ela está de costas. Não fez sentido algum, podiam ter montado o cenário de forma mais verossímil, não? Além daquela maquiagem de Gene Simons estar horrível.
Antes de falar sobre a Alex farei um breve comentário sobre a amiga loirinha cujo nome vocês já devem ter percebido, eu não lembro: Por que ela fica com o canalha do Zamzibar? Ela não tinha dado um chega pra lá nele? Ele não era filho da mãe com a melhor amiga dele? E mais, por que ela foi dançar peladona lá? Só pra ganhar mais? O que isso influenciou na história? Do meu ponto de vista nada, por que ela desapareceu depois que a Santa Alex foi salvá-la.

Agora a minha querida Alex… Ah, Alex… Você é péssima e não faz o menor sentido! Eu não lembro de nenhum diálogo relevante entre ela e o chefe em que ela não tivesse dando chilique, quebrando janelas ou fazendo a louca. Se eu estiver errada, por favor, me corrijam. Outra coisa: De “Perdoe-me Padre, eu tenho pensado muito em sexo” até “Oi ex mulher do meu bofe, eu isso aqui não é uma roupa de verdade” o que aconteceu? De menina pueril que confessa pro padre ela virou uma depravadona que fala em fuck his brains out no restaurante fino! Fora a cena zuper zexy dela comendo Lagosta. Eca. E mais: Por que ela começa a fumar de repente? Não havia uma bituquinha de cigarro até ela brigar com o chefe-namorado e acender um atrás do outro! Não acho que tenha a ver com a personalidade ativa-dançarina-ciclista dela. E por que mais pro fim do filme, quando ela está na pior, fumando e sem namorado, ela vai se confessar pro padre, mas ao invés disso chora litros? Oi, a amiga loirinha existe pra que? Só pra ser resgatada?

Além do que o final, finalzinho, última cena foi um lixo. Não falarei com mais detalhes por que se alguém não viu e ficou morrendo de vontade de ver esta pérola cinematográfica, não serei eu que estragarei a graça!

De forma geral acho que o filme não fez muito sentido. Até aí Dirty Dancing não faz, mas consegue ser engraçado desse jeito por que consegue dar a volta [de tão ruim fica bom] coisa que Flashdance não consegue em momento algum.

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Vida Histórica

Setembro 11, 2009 · 3 Comentários

No auge dos meus 14 anos eu participei de um momento histórico, eu e vocês que lêem isso estiveram presentes seja vendo pela tv, seja estando em Nova York e presenciando o caos.
Há 8 anos uns malucos jogaram aviões contra os dois maiores prédios existentes até então, e uns outros voaram em direção ao pentágono. Até aí todo mundo sabe, e todo mundo sempre vai saber, afinal, isso foi um momento histórico, desses que vão aparecer em livros e serão ensinados no colégio.
Assim como eu cheguei uma vez do colégio perguntando: Mãe, como foi o AI5? E ela me respondeu: Seu avô foi aposentado compulsoriamente, por isso fomos morar no Egito, meus filhos e netos vão chegar um dia da escola dizendo: Minha professora falou de um atentado terrorista que matou não sei quantas pessoas e fez os EUA se tornar ainda mais paranóico. E eu vou dizer: Eu sei, eu vi, eles ficaram paranóicos mesmo, e mais: minha professora de Geografia chorou quando foi dar essa notícia pra gente, dizendo que eramos a esperança do mundo, que nós tinhamos que pensar nas nossas atitudes. Depois, na aula de Desenho Geométrico, os meninos acharam que iam ser chamados pelo exército para lutarem na 3ª Guerra Mundial.

A história todo mundo sempre vai saber: que os aviões bateram, que pessoas se jogaram das janelas, que o prédio caiu, mas existem outras milhões de histórias, que cada um lembra, e conta de um jeito. Meu 11 de setembro foi no colégio, tentando ver a notícia na sala dos professores, vendo o colega entrar em pânico pela avó que morava perto de Washington, e à tarde vendo o noticiário as mesmas imagens, over and over again. E o seu?

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A morte das internas

Agosto 28, 2009 · 2 Comentários

Há um tempo venho reparando que o Twitter tem mudado muitas coisas nas relações, hoje em dia, se eu não quero mais papo com alguém, eu bloqueio, ou paro de seguir. Se eu quero tirar uma dúvida que o Google não vai resolver, eu twitto, e assim vai.

Mas recentemente reparei noutra coisa que mudou: As piadas, casos, etc internas. Hoje em dia, não digo todas, mas grande parte das internas já não são assim tão internas.
Isso acontece àpartir de um grau pequeno, como eu mesma já fiz, de twittar alguma coisa que só uma ou duas pessoas iriam entender, e sem explicar, deixando o resto da twittolândia boiando no assunto. Até chegar ao nível máximo de twittar a interna, o que gerou, pra quem é…
Isso mata todo o objetivo da interna que é ninguém mais entender do que você fala, de ser um código entre duas pessoas.

A morte da interna mostra a morte, ou pelo menos o definhamento, de outra coisa muito importante: A intimidade.
Hoje, com o twitter, pouca coisa é só sua, só você ou seus melhores amigos sabem. Outro dia, meu irmão me deu uma pequena aula de como usar bem o Twitter, e tem me feito pensar sobre o quanto eu quero que todos vocês aqui, e as 500 pessoas que me perseguem lá, devem, querem podem e até mesmo merecem saber de mim. Acredito que a resposta é: muito pouco. Adoro vocês, obrigada por me aguentarem, mas eu não conheço 500 pessoas, não quero 500 BFFs! Uma vez twittei que o Roberto Carlos era doido de querer ter um milhão de amigos.

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Acho que eu precisava parar para pensar nisso, muitos sabem do meu namoro, do fim, da volta, do fim, do outro namoro, do meu trabalho, dos meus pais… É muito legal falar sobre isso, mas muitas vezes, quando vou falar disso mais à fundo com os amigos do peito, eles já sabem a manchete da notícia, e parte da graça de contar o que acontece se perde.

O Mafra deveria disponibilizar essa aulinha que me deu no podcast, ou fazer um streaming, por que tudo aquilo que ele disse foi muito útil, e acredito que muitas das pessoas que eu sigo, que me seguem, ou que nunca me viram, precisam ouvir o que ele tem a dizer, e parar pra pensar também até onde suas vidas deveriam ser abertas ao público. Não digo isso por que acho que você pode ser sequestrado, stalkeado ou assassinado por causa do que brada aos 7 ventos, e sim por que você tem que pensar quanto da sua intimidade, das suas piadas internas o resto do mundo quer, ou merece saber.

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Pra dar um GAS

Agosto 27, 2009 · 1 Comentário

Esse sábado vai rolar o Guaraná Antártica Street Festival, na Chácara do Jockey.    Cheio de música, esportes, arte de rua e competições de tudo isso daí.

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O que mais me interessou foi a pista de skate e a batalha de Bboys, eu sempre quis fotografar essas coisas, mas me falta vergonha na cara pra chegar nos skatistas da paulista e pedir pra fotografá-los!
Além do mais, vai ser uma bela chance de ver os maiores skatistas do mundo, inclusive o Bob Burnquist, que eu acho uma graça eu acho um dos mais fodas ever, e com quem eu sempre jogo no Tony Hawk’s.
Além de toda essa movimentação skatista, vai ter Charlie Brown Jr, que já foi minha banda preferida e o Face to Face, banda gringa que embalou meu primeiro namoro… Memórias, muitas memórias… Além de outras bandas nacionais, como o Fresno e Vivendo do ócio.

Se você não curte muito essas músicas, a parte do Street vai valer muito à pena: campeonato de skate, BBoy, Graffiti, o ruim vai ser acompanhar a feitura das telas gigantes que estarão espalhadas na Chácara do Jockey, mas tudo bem, a gente dá uma corrida!
Aliás, haja correria nesse festival! Pegar um pouco de tudo que vai acontecer, e ainda tirar fotos boas, vai ser cansativo, mas vai valer à pena.
Também já vi que vou torrar meu salário no Mercado Mundo Mix que tem lá dentro, e com comidinhas, e bebidinhas. Aff… pensando bem, acho que não vou mais, só pra economizar!

Além disso, depois do show, vou fazer um post no Público Privada falando sobre o banheiro de lá. Porque banheiro de festival é sempre o capeta! Mas diz que os banheiros do Guaraná Festival são patrocinados e vão ser limpinhos e cheirosos… é o que veremos!

Depois de sábado, subo as fotos pro Flickr, não deixem de ver!

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Pro Bem dos bichinhos

Agosto 24, 2009 · 3 Comentários

Quando eu tinha 9 anos eu ganhei um cachorro, um yorkshire lindo, grande demais pra raça, com rabo comprido, orelha caída, chamado Scooby Doo, que viveu com os Mafras durante 3 anos. Até a gente se mudar pra um apartamento pequeno demais, onde o scooby nunca aprendeu a viver. Pro Scooby não ser um cão deprimido e não ficar solto nesse mundo, nós o demos para os avós da minha prima, que o amaram e cuidaram, até o dia que ele morreu de problema no fígado. Hoje em dia eu quero um outro cão, na verdade uma cã, que vai chamar Ginger. Minha mãe quer que eu seja totalmente responsável por ela, e disse que se isso não acontecer a Ginger vai morar com uma tia minha no interior. A idéia de nem ter a Ginger ainda, e já existir a possibilidade de tirarem-na de mim me entristece, mas eu entendo. Melhor isso do que chutar a cã na rua e falar te vira negona.

Esse não é o Scooby, mas ele já foi assim

Esse não é o Scooby, mas ele já foi assim

Existem muitos cães abandonados pela cidade, pelos mais diferentes motivos. Se você não quiser, ou não puder mais cuidar do bichinho, dê ele pra alguém. Alegre a vida de um casal de velhinhos, ou de uma criança. Não entristeça a vida do cão, deixando ele solto por aí, sem carinho, comida e cuidados. Se você tem dúvidas se consegue cuidar bem de um bichinho, o site do CCZ tem várias dicas sobre posse responsável, como cuidar do bichinho, e você pode adotar uma criaturinha vacinada, vermifugada, castrada, RGzada e tudo mais que um bichinho precisa pra ser feliz. Ah, mas antes de correr pra sessão dos bichinhos fofinhos e lindinhos, passe na parte das dicas e veja se você vai conseguir cuidar bem do seu cachorro ou gato, antes mesmo de adotá-lo.

De certa forma, o bichinho é como um filho, que precisa de atenção e cuidados, e você não pode jogar fora, como uma tv quebrada.

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Lava roupa no Luluzinhacamp, que alegria

Agosto 21, 2009 · 1 Comentário

Essa semana acordei inspirada e já postei 2 vezes no blog, mas pra não entupir vocês com muitos posts resolvi dar um tempinho antes de falar sobre o LuluzinhaCamp, mas nisso, perdi o timing das inscrições. Não se pode ter tudo.
Mas estou escrevendo mesmo assim, por que esse LuluzinhaCamp Nacional vai aceitar ajuda dos menininhos, menininhas, indecisos e outros.
Negócio é o seguinte: A LG está com uma campanha chamada Lavanderia Solidária. Nós, Lulus que iremos ao evento, levaremos quilos de roupas, sujas mesmo, para serem lavadas na tal Lavanderia, e essas roupas vão ser doadas pra quatro instituições diferentes.
É aí que entra a ajuda de todo resto do mundo: Pra escolher as quatro instituições, nós temos uma lista de inicial com dez nomes, lá na home do LuluzinhaCamp, no Header, tem uma aba Instituições. Vão lá, vejam a lista das dez, e lá mesmo, tem uma enquete. Marque qual a instituição você acha que merece ganhar as roupas, e quem sabe uma máquina e voilá!
E quem não vai no evento, e conhece quem vá, pode também pedir pra elas carregarem suas roupas pra doação!
Pra saber mais sobre a campanha, o evento, e como votar, vá ao site do LuluzinhaCamp. E ajude!

Ps.: Este post está na categoria Eventos Bizarros, mas o LuluzinhaCamp não é bizarro.

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Pensando no coletivo

Agosto 19, 2009 · 2 Comentários

Outro dia peguei o 715-M Largo da Pólvora ônibus que não leva ao Reino do Interney na Rebouças, às 19h. Aquele está no TOP 3 ônibus mais lotados que eu já peguei na vida. Estava tão lotado que eu entrei pela porta da esquerda na frente, e lá fiquei grande parte do trajeto, com um dos pés balançando sem apoio.
Num dado momento eu olhei pro lado de lá da catraca e não consegui acreditar no que meus olhos viam: dois bancos vagos. Vazios. Desocupados. Sem bundas depostitadas sobre eles. Quando fui praqueles lados e pedi pra sentar num deles, vi uma mochila sentada no outro. Sim, não uma bunda, uma mochila!
Aquilo me deixou inconformada. Eu sou a única pessoa que pensa que, sentada, eu ocupo menos espaço no ônibus? Minha bunda atrapalha bem menos gente sentada, do que de pé! Não só a minha, como a sua, querido leitor, e a daqueles imbecis que ficaram de pé ao lado dos bancos.
Ok, são só duas pessoas que não queria sentar, já que passaram o dia assim. Se colocassem então longe das poltronas, facilitando o fluxo de bundas em direção aos assentos, e mais: Lugar de mochila é qualquer um, menos banco de ônibus!
O que custa simplificar a vida dos outros que também estão ali, espremidos, cansados e fedidos? Se não quer pensar, minimamente, nos outros, compre logo uma hummer pra andar sozinho poluindo a cidade.

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